O número de evangélicos que não mantêm vínculo com nenhuma igreja cresceu.
Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares, do IBGE, eles passaram de 4% do total de evangélicos em 2003 para 14% em 2009, um salto de 4 milhões de pessoas.
Os dados do IBGE também confirmam tendências registradas na década passada, como a queda da proporção de católicos e protestantes históricos e alta dos sem religião e neopentecostais.
No caso dos sem religião, eles foram de 5,1% da população para 6,7%. Embora a categoria seja em geral identificada com ateus e agnósticos, pode incluir quem migra de uma fé para outra ou criou seu próprio "blend" de crenças --o que reforça a tese da desinstitucionalização.
O crescimento desses "não-católicos" ou novos protestantes é um fenômeno novo para as igrejas em geral. Pessoas que se dizem não-católicas, mas que se dizem crentes ou protestantes tem sido cada vez mais comuns de serem encontradas.
E qual o papel da Igreja nesse fenômeno? Adianta plantar a semante do evangelho e não regar? Sabemos que todos somos responsáveis por semear a palavra, mas o fato do crescimento de novos protestantes em um curto espaço de tempo não estaria pondo em risco a qualidade do evangelho que tem sido disseminada? E como relatado pela pesquisa pode um crente não ter vínculo com alguma igreja?
E aí galera, o que vocês acham?
Postado por Júnior Lima
Revisão Mara Dallenna
Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares, do IBGE, eles passaram de 4% do total de evangélicos em 2003 para 14% em 2009, um salto de 4 milhões de pessoas.
Os dados do IBGE também confirmam tendências registradas na década passada, como a queda da proporção de católicos e protestantes históricos e alta dos sem religião e neopentecostais.
No caso dos sem religião, eles foram de 5,1% da população para 6,7%. Embora a categoria seja em geral identificada com ateus e agnósticos, pode incluir quem migra de uma fé para outra ou criou seu próprio "blend" de crenças --o que reforça a tese da desinstitucionalização.
O crescimento desses "não-católicos" ou novos protestantes é um fenômeno novo para as igrejas em geral. Pessoas que se dizem não-católicas, mas que se dizem crentes ou protestantes tem sido cada vez mais comuns de serem encontradas.
E qual o papel da Igreja nesse fenômeno? Adianta plantar a semante do evangelho e não regar? Sabemos que todos somos responsáveis por semear a palavra, mas o fato do crescimento de novos protestantes em um curto espaço de tempo não estaria pondo em risco a qualidade do evangelho que tem sido disseminada? E como relatado pela pesquisa pode um crente não ter vínculo com alguma igreja?
E aí galera, o que vocês acham?
Postado por Júnior Lima
Revisão Mara Dallenna





